quarta-feira, 6 de maio de 2015

Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K Rowling




Hoje em dia, Harry Potter já está no conhecimento popular, e não me impressionaria se fosse incluído na lista de materiais mais importantes das escolas:

  1. 2 ( dois ) cadernos capa dura
  2. 1 ( um) livro de matemática
  3. 1( um ) livro de português
  4. 1 ( um ) livro literário " Harry Potter e a Pedra Filosofal "

Brincadeiras a parte, sendo o primeiro livro da saga, é constituída por sete livros. Em Harry Potter e a Pedra filosofal é contada a história de um garoto, que morou com os seus tios durante 10 anos. No seu aniversário de 11 anos descobriu que era um jovem bruxo, e foi estudar o primeiro ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts ( dizem que é melhor que Harvard ).

Fez muitas amizades, Rony Weasley e Hermione Granger eram os seus melhores amigos. Lá enfrenta o bruxo mais poderoso de todos os tempos, Lord Voldemort, mais também conhecido como Você-Sabe-Quem. Matou os seus pais e falhou ao tentar matá-lo, deixando então uma cicatriz em sua testa.

J.K Rowling - uma autora que cria algo tão surpreendente e fantástico que faz com que os leitores imaginem aquelas cenas. Sua escrita é direta e agradável, não há enrolação nem escolha de palavras difíceis. Um texto simples, a tinta que sai da medula. 
Uma saga de respeito, ainda mais para os que querem ter um pouco de magia em suas vidas. Não fez sucesso por acaso, com esse primeiro livro ela já desperta um desejo incessável de ler as continuações. Os personagem são incluídos de uma forma muito complexa, fazendo com que o leitor se sinta dentro da história.

Com muitas reviravoltas, tramas e romances por trás da história principal, está dentre os livros obrigatórios para qualquer leitor que se preze.
Harry Potter e a Pedra Filosofal nos envolve de uma forma incrível. Agora me despeço de vocês. Vou procurar minha coruja e ver se consigo uma vaga em Hogwarts!
Expelliarmus!


Guilherme de Lima - 15 anos , 1º ano de El


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Um Diário do Ano da Peste - Daniel Dafoe






Nos dias de hoje, presenciamos através de jornais e revistas muitas catástrofes relacionadas a viroses, seja uma epidemia ou até mesmo uma nova doença diagnosticada. E é com ‘’ Um Diário do Ano da Peste ‘’ que conseguimos entender como era isso tudo antes da era da tecnologia.
Tudo começa em 1665, quando Daniel Dafoe – personagem e escritor – tinha apenas 5 anos de idade. Naquela época, houve o surto da Peste Bubônica em Londres, fato que ficou evidentemente marcado na história não só da Europa, mas do mundo inteiro. Após cerca de 50 anos, decide registrar tudo o que presenciou com uma quantidade minuciosa de detalhes.
Dafoe consegue misturar a realidade com uma ficção intrigante, que nos faz analisar e refletir sobre as atitudes do ser humano em um estado de calamidade crítico, e perceber que em situações como essa, vários princípios que costumamos levar para a vida são deixados de lado.
A narrativa é muito interessante para os amantes de história com ficção, visto que há uma boa dose de informação sobre a peste que assolou o território europeu, tanto quanto tramas que são demonstrados ao longo do livro.
Primeiramente, são introduzidas várias estatísticas e dados que demonstram o quão devastadora e perigosa foi a Peste Bubônica para os ingleses; a trama consiste no narrador, que decide por vários motivos não abandonar sua cidade – como vários estavam fazendo – com a convicção que fora um escolhido de Deus para sobreviver a tudo aquilo.
Com o decorrer da narrativa, começamos a perceber o impacto que tudo aquilo causou para os moradores. Uns enlouqueciam por causa da doença, outros se matavam por conta da dor. A lista de acontecimentos impressionantes – e medonhos – não para por aí, e prepare-se para imaginar as coisas terríveis que aconteceram naquela época.
Segundo Dafoe, o livro não é simplesmente uma história para ficar guardada na memória das pessoas, mas também, um guia de sobrevivência para caso algo parecido acontecesse novamente no futuro.
Com pessoas e mais pessoas morrendo, página após página, a narrativa começa a ficar um pouco desgastante chegando perto do final, mas nada que chegue a ser chato ou entediante.
O vocabulário é bem clean, sendo considerado um ótimo livro para iniciantes na leitura.

Um Diário do Ano da Peste não é apenas mais um título de Dafoe, mas O Título. Seguindo o mesmo estilo de narração dos outros livros, é recomendável para pessoas que querem uma história carregada de ilusões, sofrimentos, perseverança e esperança. Trata-se de um ótimo livro para quem deseja conhecer um pouco mais dos acontecimentos de Londres em meados de 1660 e com certeza merece estar na sua estante.


Um Diário do Ano da Peste
Páginas: 216
Autor: Daniel Dafoe
Editora: Artes e Oficios


Antonio Emílio, 15 anos, 1º ano Eletrotécnica